Maurício Brinquinho por São Paulo. Três caminhos: emprego e renda, escola que cuida, mobilidade e qualidade de vida.

Caminho 5 · Saúde

Você confiaria sua vida a um profissional exausto?

Quando alguém entra em um hospital, em uma UPA ou em uma Santa Casa, existe uma expectativa simples.

Ser bem atendido.

Mas existe uma pergunta que pouca gente faz.

Você prefere ser atendido por uma enfermeira cansada, sobrecarregada, mal remunerada e enfrentando problemas emocionais?

Ou por uma profissional valorizada, descansada, motivada e com condições adequadas de trabalho?

A resposta parece óbvia.

Mas a realidade da saúde pública ainda está longe disso.

Quem resgata um animal sabe como funciona.

O problema não é apenas encontrar o animal abandonado. O problema começa depois.

A consulta custa dinheiro. Os exames custam dinheiro. E os medicamentos muitas vezes custam mais do que a própria família consegue pagar.

Muita gente quer ajudar, mas não consegue bancar o tratamento.

Muitas protetoras vivem essa realidade todos os dias.

O diagnóstico

O que está acontecendo

Milhares de profissionais da saúde dedicam suas vidas a cuidar das pessoas.

São médicos, enfermeiros, técnicos, auxiliares e diversos outros trabalhadores que sustentam o funcionamento do sistema de saúde.

Mas muitos enfrentam jornadas desgastantes, pressão constante, esgotamento físico e emocional e falta de reconhecimento.

Ao mesmo tempo, pacientes enfrentam filas cada vez maiores.

A consulta inicial muitas vezes acontece.

O problema começa depois.

Quando o paciente precisa de um exame mais complexo, de um especialista ou de uma cirurgia, a espera pode durar meses ou até anos.

Enquanto isso, a doença avança e o sofrimento aumenta.

Outro desafio é a situação financeira das Santas Casas e hospitais filantrópicos.

Instituições que atendem milhares de pessoas todos os dias convivem com dificuldades financeiras que colocam em risco a capacidade de atendimento da população.

Milhares

de profissionais enfrentam sobrecarga e desgaste emocional

Milhões

de paulistas dependem das Santas Casas e hospitais filantrópicos

Meses ou anos

de espera por exames, especialistas e cirurgias

Saúde

Por que isso importa

Saúde não começa no hospital.

Saúde começa quando existe estrutura para cuidar das pessoas.

Um profissional valorizado atende melhor.

Um hospital equilibrado financeiramente atende mais pessoas.

Um paciente que realiza seus exames rapidamente tem mais chances de tratamento e recuperação.

Quando a saúde falha, toda a família sofre.

Quando a saúde funciona, toda a sociedade ganha.

Quem é

Maurício Brinquinho

Maurício acredita que a saúde pública precisa olhar para quem está dos dois lados do atendimento.

Para quem busca ajuda.

E para quem dedica a vida a cuidar dos outros.

Por isso defende o programa Cuidar de Quem Cuida, voltado à valorização dos profissionais da saúde, à melhoria das condições de trabalho e à atenção à saúde mental daqueles que sustentam diariamente o atendimento da população.

Porque quem cuida também precisa ser cuidado.

O caminho possível

O que precisa avançar

O caminho possível

O que precisa avançar

01

Cuidar de Quem Cuida

Valorização dos profissionais da saúde, com melhores condições de trabalho, atenção à saúde mental e reconhecimento daqueles que dedicam suas vidas ao atendimento da população.

02

Fortalecimento das Santas Casas

Ampliação do apoio e da parceria com hospitais filantrópicos e Santas Casas, fundamentais para o atendimento de milhões de paulistas.

03

Mutirões de exames

Ações permanentes para reduzir e eliminar filas de exames especializados, permitindo diagnósticos mais rápidos e tratamentos mais eficientes.

04

Mutirões de cirurgias

Ampliação da capacidade de realização de procedimentos cirúrgicos para diminuir o tempo de espera e devolver qualidade de vida aos pacientes.

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